O Comissário-Chefe, José Domingos Moniz, Comandante da Polícia de Guarda Fronteiras (PGF), defendeu na manhã de hoje, terça-feira, 04 de Fevereiro, a necessidade de uma reflexão profunda em torno da data, que representa o início da luta de libertação nacional e considerou ser um marco histórico da ruptura com o colonialismo português, resultando na independência do País.
De acordo com o Comissário-Chefe, José Domingos Moniz, que falava à margem do acto de deposição de uma coroa de flores ao túmulo do soldado desconhecido, um momento que sucedeu o hastear da bandeira no Museu das Forças Armadas, "a data deve servir de reflexão e pedagogia para os mais jovens, a fim de seguirem o mesmo legado da liberdade e da independência, tal como aqueles que sacrificadamente deram tudo de si para verem o País livre do colonialismo", sublinhou.
José Domingos Moniz destacou o significado do carregar da bandeira ao ombro, pelos efectivos da Polícia Nacional de Angola e das Forças Armadas Angolanas, como um gesto de grande simbolismo, de sacrifício e Paz, em prol de todos os angolanos, assim como considerou o hino da República e a bandeira nacional, como a chama inabalável da sociedade angolana.
Refira-se que, foi presidente do acto o Ministério de Estado e Chefe da Casa Militar do Presidente da República, General na Reforma, Francisco Pereira Furtado.

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