COMANDANTE-GERAL GARANTE QUE PNA NUNCA DEIXOU DE PUNIR EFECTIVOS QUE COMETEM ACTOS QUE MANCHAM A CORPORAÇÃO

26/12/2022 || 10:29:26


O Comandante-Geral da Polícia Nacional de Angola (PNA), Comissário-Geral, Arnaldo Manuel Carlos, assegurou, ontem, em Luanda, que, o órgão que dirige, nunca deixou de punir, com sanções ou expulsão, todo efectivo que comete acto indecoroso, que mancha a boa imagem da instituição Policial.

O Comissário-Geral, que falava à imprensa da PNA, à margem da festa de Natal Solidário no Colégio de Polícia, informou que, a instituição Policial tem estado a acompanhar, com muita preocupação, o facto de agentes estarem envolvidos na prática de actos considerados como crime, ou violação às normas do regulamento disciplinar vigente na Corporação, pelo que, avançou que, os vários vídeos postos a circular nas redes sociais, envolvendo efectivos policiais, têm sido aproveitados e utilizados como meios de provas para aplicação de medidas, disciplinares, que terminam mesmo em afastamento da Corporação.

"A Polícia nunca deixou de punir aquele efectivo que tenha cometido um acto indecoroso. O que temos estado a fazer é elevar os níveis de educação patriótica e profissional do nosso efectivo e punir aqueles que insistem na prática ilícita", reforçou o Comandante-Geral da PNA.

O número um da PNA, apelou à população maior colaboração, denunciando todos aqueles que cometem actos indecorosos e por isso, exortou à população a não associarem actos isolados, praticados por agentes policiais, como um todo.

"Pedimos à população para que denunciem acção ilícitas de um agente, o que não pode ser confundida com um todo. Quando um agente comete crime não deve se reportar este acto com um todo, porque é uma acção individual e que, os seus autores são punidos", fez saber Arnaldo Manuel Carlos.

Ao terminar, o responsável máximo da Polícia assegurou que, para o ano 2023, a Polícia Nacional vai continuar a apostar na modernização e continuar a trabalhar para que se converta numa instituição de referência na garantia da ordem, na proximidade aos cidadãos e no combate à criminalidade.